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Pode mas não deve

  • Foto do escritor: Miguel Fernández
    Miguel Fernández
  • 18 de dez. de 2019
  • 1 min de leitura

Atualizado: 16 de jan.

Em um Siulbesa (Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária), por volta de 2010, aluguei um carro e fui passear em Coimbra com uma amiga. Procurávamos um local adequado para estacionar próximo à reitoria da Universidade, no Casco Velho, quando em um a curva vimos uma série de carros estacionados perpendicularmente ao meio-fio e duas vagas. Estacionamos.

Não havia placa de sinalização nem permitindo nem proibindo. Mas "pobre quando vê muita esmola desconfia", resolvemos perguntar ao jornaleiro de um quiosque no jardim em frente ao local, que conversava com um amigo-cliente:

- Posso estacionar ali?

-"Pode", respondeu o amigo do jornaleiro...

Felizes com a informação já íamos nos afastando em direção à universidade quando ouvimos uma voz vinda do quiosque: "mas não deve".

- Como assim?

-"Vai ser multado"

E lá fomos procurar um "parking" (assim mesmo, em inglês) a um quilômetro dali, para não nos aborrecemos nem sermos multados.

E ficamos sabendo que, podemos fazer o que quisermos e quando quisermos, inclusive matar alguém, "mas não deve". Pode haver consequências. Certíssimo.




Miguel Fernández y Fernández, engenheiro, cronista e articulista, membro da Academia Nacional de Engenharia e do Instituto de Engenharia, publicado na Revista ABES Bio n°84 Jul/Set 2017, pág.25. # R2026jan,  1.093 toques







 
 
 

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