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TOME PARTIDO

  • Foto do escritor: Miguel Fernández
    Miguel Fernández
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Prezado conterrâneo, não fique só reclamando, resmungando ou indignado, participe da politica!

Filie-se a um partido político!

Se não fizermos isso, os que fazem, mandarão em nós. Em nós, nos nossos filhos, nos nossos netos, na nossa descendência. Só nos restará choramingar pelos cantos.

Se pretendemos continuar vivendo neste país, neste território, se não nos imaginamos indo para Portugal, Miami, ou onde seja, como nossos vizinhos venezuelanos tiveram que fazer, precisamos participar.

Aqueles que acreditam que, neste país, estamos formando uma nação, com cultura e costumes próprios, com nosso trabalho e não como uma dádiva ou uma narrativa demagógica, precisamos nos organizar, precisamos participar.

Não é uma ficção, é possível, mas precisamos sair da zona de conforto, só achando que alguém, os outros, vão fazer algo.

Somos pessoas normais. Acreditamos no trabalho e na perseverança, na seriedade e na honestidade, no direito ao porte de armas, registrado como uma carteira de motorista a pessoas habilitadas.

Acreditamos nos direitos e no respeito aos idosos, por ser justo e porque todos somos ou seremos idosos. Acreditamos nos direitos e no respeito às mulheres pois temos mães, irmãs, filhas e netas. Acreditamos no respeito e nos direitos das minorias, mas sem se sobrepor ao das maiorias.

Acreditamos na punição dos transgressores e não na punição arrecadadora, aquela que pune quem talvez, possivelmente, fará um delito, enquanto culpados, marginais  e antissociais são soltos por critérios duvidosos. Acreditamos na punição que desencoraja crimes e que também dá uma satisfação aos que sofreram com os crimes.

Acreditamos na igualdade de inteligência e aptidão das pessoas, independentemente da cor da pele ou dos olhos, ou da tribo a que pertença.  Acreditamos no Estado como fiscal, como responsável pela segurança, pela saúde de emergência e pela educação. Não no Estado onipresente.

Acreditamos e precisamos um judiciário neutro e eficaz, sem viés ideológico, sem  arrogância, sem privilégios, sem penduricalhos que não temos.

Principalmente acreditamos nas liberdades individuais, de pensamento e de expressão.

Somos pessoas normais, com medos, com preguiças, com descrenças, com comodismos. Se participarmos ativamente da política nos tornarmos ativistas, participativos, talvez tenhamos problemas, mas somos e seremos capazes de solucioná-los, de aprimorar.

Nenhum partido vai ser 100%, mas não use isso como desculpa. 100% a gente não gosta nem da gente. Se encontrar uma pessoa que você goste 51%, case com ela.

Se encontrar outro caminho melhor, siga-o. Se não encontrar, participe e seja tolerante com os demais. Mas ao mesmo tempo cobre, empurre a aceite ser empurrado.

Prá frente e prá cima!

 

 

Miguel Fernández y Fernández, engenheiro, cronista e articulista, membro da Academia Nacional de Engenharia e do Instituto de Engenharia # escrito em out2024 Rb, 2.727 toques


 
 
 

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