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SOBERANIA AMBIENTAL e PETRÓLEO
O PIB brasileiro em 2025 foi estimado pela ONU em US$ 2,27 trilhões (=2,27 x 1012). Então a renda per capita média anual, no Brasil era: ≈US$ 11.000 / habitante.ano. Em uma lista do FMI (2024), com 185 países, o Brasil ocupou o 76º lugar (critério PIB). Considerando a grama do ouro 24k (gAu24) média em 2025 como sendo ≈US$ 112, resulta que o per capita brasileiro em 2025 foi de ≈95g / hab.ano. A referência ao “ouro 24” é necessária para comparações. Se não for assim, além de

Miguel Fernández
há 2 dias3 min de leitura
Pérolas Televisivas
Trata-se de registrar cenas vista e diálogos ouvidos: 01_ Contextualizando, era 1977 ou 1978, o presidente era o general e ex-presidente da Petrobrás Ernesto Geisel. A censura aos meios de comunicação (rádios e televisões), além de política, também era de costumes. Palavras ditas “de baixo calão”, nem pensar, e muito menos dizer. Aos domingos à noite, depois das 22hs, havia um famoso programa na televisão (Resenha Esportiva ?) que, em resumo, era uma mesa-redonda, sobre os

Miguel Fernández
2 de out.4 min de leitura
Umas & Outros, parte 2
(complementações táticas) Como uma coisa puxa outra, vem à mente conversas e temas que vimos e ouvimos dizer, como táticas e alegações usadas por ambos os gêneros, que as dizem claramente, ou dão a entender para fazer sexo com o(a) outro(a). Para organizar o assunto dividimos em dez grandes grupos: 01_ tesão específico ou par constante (TE) 02_ tesão indeterminado / adiantado da hora (TI) 03_ curiosidade / coleção (CC) 04_ despeito, vingança, descuido e abandono (DD

Miguel Fernández
29 de set.8 min de leitura
Umas & Outros, parte 1
(estatísticas e opiniões, homens e mulheres, análise combinatória) Desde sempre nossa sociedade acha que, ao longo da vida, os homens têm mais parceiras do que as mulheres. Acabou virando um “axioma” (*1) Meu amigo começou a escrever este artigo, há muito tempo, por volta de 1990, interrompendo porque, houve um momento, em que nem sabia mais se valia a pena divagar sobre a dicotomia homem x mulher. Agora me passou o encargo de finaliza-lo, com sua acessoria. Como está na m

Miguel Fernández
29 de set.5 min de leitura
Xingando no trânsito, o subdesenvolvido
O Erik chegou no escritório aborrecidíssimo e foi logo desabafando: _ Tô sem dormir desde ontem. O cara me chamou de “subdesenvolvido” porra! Podia ter xingado minha mãe, me mandado à merda, podia me chamar de viado, de palhaço, de cornudo, podia até ter me agredido, mas não, o cara me chamou de “subdesenvolvido”. Se deu ao trabalho de arriar o vidro do carro dele pra me chamar de “subdesenvolvido”! Filho da puta. _ calma Érik, o que houve? Como foi isso? _ ontem, quando

Miguel Fernández
3 de set.1 min de leitura
Xingando no trânsito, a feia
Era uma manhã de 1998, êle ia saindo de casa na rua sem saída onde morava (Av São Sebastião). Uma rua longa e estreita com carros estacionados dos dois lados, que exercita a tolerância, a paciência e o bom senso dos moradores e frequentadores da rua todos os dias. Como todos os “cul-de-sac” do mundo, a preferência é de quem está saindo da rua. Se não fosse assim os impasses seriam insolúveis. Então, a praxe é que, quando dois carros se avistam o que estiver mais próximo a

Miguel Fernández
3 de set.2 min de leitura


Gerador de Falação (discurso vazio)
Um amigo foi convidado para participar de um evento em prestigiosa universidade, em 2025, comemorando o cinqüentenário de determinada lei e me mostrou as anotações que fez sobre as palestrantes que o antecederam, especialmente uma, que era engenheira ou geógrafa do “Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima” (esse é o nome oficial do ministério em 2026): “palestra iniciada às 10h06: até 10h09: meus senhores, minha senhoras, senhor diretor disso, senhor diretor daquilo,

Miguel Fernández
18 de ago.3 min de leitura
Fumantes “not Yankees”
Era 2010 e o filho, recém formado e solteiro, fora transferido para a sede da empresa, na Luisiana, na foz do rio Mississipi, mais especificamente em Galiano e em PortFourchon, a uma hora de carro ao sul do aeroporto de New Orleans. Quando o rapaz chegou por lá, foi hospedado em uma bela casa comunitária (uma “república”?) de 6 suítes, compartida com mais outros 4 engenheiros estrangeiros (dois alemães, uma romena e um americano do colorado). Uma suíte ficava “no rotativo”

Miguel Fernández
12 de ago.3 min de leitura


DEMOGRAFIA e AMBIENTE SOBERANO
Em 1925, há só 100 anos, o planeta Terra, nossa espaçonave, tinha cerca de 1,9 bilhões de tripulantes, em 1975 eram ≈4,0 bi e em 2025 atingiu ≈8,5 bi, distribuídos por diversos grupos, povos, países, nações. Grosso modo, a cada meio século, o planeta duplicou a população. Em algumas áreas, as taxas de natalidade diminuíram, mas a longevidade das pessoas aumentou. Em outras, simplesmente aumentaram taxas e população. Os números totais assustam. A superfície do planeta é finit

Miguel Fernández
19 de jun.3 min de leitura


Empresa pública, mas não estatal, o caso da Cedae
A discussão sobre estatização/desestatização de empresas públicas precisa ser ampliada. Os argumentos hoje usados misturam governo, Estado e público. Por que não introduzir no tema a desvinculação do gerenciamento dessas empresas da administração do Estado (feita pelo governo)? Observe-se que essa questão pode ser conduzida sem que se vá na direção da privatização, como é hoje entendida entre nós. Sugerimos que a Cedae seja uma empresa pública, propriedade dos usuários, por

Miguel Fernández
17 de jun.3 min de leitura


A Forja, 1963 Louco, eu?
O diretor de “A FORJA” acaba de telefonar-me: precisa de matéria para o seu “Jornal do Brasil” de segunda feira. Não estou fazendo nada, só aniversário; hoje tenho a honra de ficar um ano mais velho. Vou para a varanda, olho para a enseada de Botafogo, o Pão de Açúcar, o céu; está tudo muito lindo neste domingo de março. 5 horas da tarde, aproxima-se um barco a vela que parece ser o de um meu amigo. Vejamos: azul, vela branca. Que mais?... ah, sim, o binóculo, e... exato, na

Miguel Fernández
15 de jun.2 min de leitura
Lógica Profissional
Era uma linda noite de sábado nos idos de 1964, em um mês de setembro em Maceió, e a família de seu Jorge e dona Marieta foi toda a uma “festa de debutantes” no famoso clube Fenix, onde a aristocracia local se reunia. A festa foi um sucesso. As moças que faziam 15 anos naquele ano, os pais, os avós, primos, amigos, a família toda, os pretendentes, a fina flor da sociedade Alagoana presente. Comes-e-bebes fartos e de ótima qualidade. Música de primeira, por uma famosa banda-o

Miguel Fernández
16 de mar.3 min de leitura
DESPEITOS
A inveja (e os interesses ocultos nos anonimatos) é uma tristeza, uma pequenez. Em 22jan2010 foi anunciado, nos principais jornais do Brasil, que a empresa OGX acabara de encontrar, na bacia de Campos, mais uma reserva de petróleo. Em paralelo, começou a circular na internet, anonimamente, uma campanha intitulada "eike batista: rico ou testa de ferro", para denegrir o principal acionista da OGX: Fico pensando, por quê? Para quê? Para quem? Entre curioso e indignado, escrev

Miguel Fernández
16 de mar.4 min de leitura
TOME PARTIDO
Prezado conterrâneo, não fique só reclamando, resmungando ou indignado, participe da politica! Filie-se a um partido político! Se não fizermos isso, os que fazem, mandarão em nós. Em nós, nos nossos filhos, nos nossos netos, na nossa descendência. Só nos restará choramingar pelos cantos. Se pretendemos continuar vivendo neste país, neste território, se não nos imaginamos indo para Portugal, Miami, ou onde seja, como nossos vizinhos venezuelanos tiveram que fazer, precisamo

Miguel Fernández
9 de mar.2 min de leitura


Inteligência ou Memória?
Entendemos que inteligência é uma coisa e memória é outra. Olhando no dicionário (língua portuguesa, Aulete 2011), parece que estamos certos. Então, a tal da IA (Inteligência Artificial) é um engano semântico ou uma tradução desastrada. Melhor seria chamar de AI (Automatismo Inteligente) ou CI (Computação Inteligente). Isto posto, neste texto, adotaremos a sigla IA, para designar o ramo da cibernética que tenta emular o raciocínio humano. Com a devida vênia dos doutores da p

Miguel Fernández
6 de mar.5 min de leitura
Maria
Se conheceram por volta de 1977. Ela uns 27, era a secretária de um colega de profissão dêle. Êle com uns 30. Ambos solteiros. Ela com cultura e beleza bem acima da média, olhos verde-mel, cabelos castanho-claro, belo corpo, jeito de mulher experiente e insinuante, atrevida até. Êle moreno, usando bigode para parecer mais velho, mais alto que ela uns 5 a 10cm, magro, descobrindo o mundo, inseguro para a idade, mas também atrevido. Começaram a sair, escondido do patrão dela

Miguel Fernández
2 de mar.2 min de leitura
Maioria Matemática
A empresa operava um sistema de abastecimento de água potável de porte razoável. Talvez por redução de custos simplista (salários mais baixos), havia pouco tempo, trocara o diretor técnico, saindo o engº Pessôa e entrando o engª Calis. Após uns seis meses no cargo, e tendo implementado algumas novidades, o engº Calis mandou chamar o consultor técnico da empresa, o eng. Fernando, para uma reunião e para mostrar as melhorias que havia feito no sistema e, com isso, fazer uma a

Miguel Fernández
2 de mar.3 min de leitura
Acabrunhando
Carlos se apaixonou por uma mulher politicamente o avesso dêle. Ela se enquadra na postura predominante no ambiente de trabalho dela. Ou o ambiente de trabalho cobra essa postura. Causa ou efeito? Não se sabe. Por outro lado, se parecem: brilhantes, batalhadores, habituados a mandar e ser obedecidos. E rodados. Ontem foi dia dos namorados de 2024. Me conta que hoje despertou lá pelas 8horas, a companheira já havia saído para o trabalho, com o cuidado de não acorda-lo. Estava

Miguel Fernández
19 de fev.3 min de leitura
Fumantes, bebentes, comentes e viventes (FBCV)
No Brasil, as hostilidades aos fumantes (de tabaco), aos bebentes e aos carnívoros, portanto às pessoas normais, apreciadoras da vida (doravante FBVC), se não me engano, tomaram vulto por volta de 1980, quando esses modismos norteamericanos e as agendas woke, começaram a chegar por aqui, de forma mais pronunciada, com os nossos “macacos de imitação” copiando tudo que vem de fora, mas se dizendo defensores da soberania nacional. Estímulo às academias de ginástica, comidas dit

Miguel Fernández
19 de fev.5 min de leitura
Vi-vi
vi amores chegando, vi amores partindo, vi paixões que acabaram, vi paixões que não acabaram. Não eram paixões? nadei, joguei, velejei e namorei, ganhei e perdi, abandonei e fui abandonado, adoeci e sarei, viajei e voltei, fui e retornei, trabalhei e produzi. Parar, nem tentei. já ri, e já chorei ou-vi silêncios, ou-vi maldades, ou-vi bondades, ou-vi mentiras, ou-vi verdades, ou-vi falar por falar, ou-vi desculpas e ouvi culpas. Ou-vi música, me deleitei. Ou-vi barulhos,

Miguel Fernández
13 de fev.1 min de leitura
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