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Para debater e divulgar assuntos profissionais
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Peloponeso Brasiliense
O engenheiro Hipérides Macedo, cearense, eminente profissional, autor de um interessante livro em prosa sobre hidrologia, secretário estadual de Recursos Hídricos no Ceará por mais de uma vez, estava secretário nacional de Recursos Hídricos em Brasília por volta de 2004. Lá também havia um engenheiro chamado Arquimedes. Eu estava por lá de passagem em visita de cortesia e intercâmbio de assuntos, e também porque o Hipérides é ótimo para conversar e sempre se aprende com ele.

Miguel Fernández
1 de jul. de 20171 min de leitura
O Assaltante
Em 1972 ou 1973, o arquiteto Júlio Rubbo, que já fora diretor do Departamento de Limpeza Urbana de Porto Alegre, do Dmae, era personagem conhecido nacionalmente, bastante ativo na ABES, na Aidis e nos respectivos congressos. Ele morava em Porto Alegre. Neste episódio, creio que ele estava diretor e/ou consultor em São Leopoldo (ou Gramado ou Canela segundo o Percy). As estradas eram mais estreitas do que hoje, e era comum as pessoas pedirem e darem carona, hábito que foi des

Miguel Fernández
1 de abr. de 20172 min de leitura
O Consultor
O engenheiro civil Cláudio Manfrini era o consultor principal em Tratamento de Água da Comasp (atual Sabesp). Não era pouca coisa, estávamos construindo o sistema Guaraú, com a Estação de Tratamento de Água de mesmo nome, para 33m3/s, uma das maiores do mundo, fora as outras da Grande São Paulo. Em 1972, em visita de trabalho à ETA ABV (na época 8m3/s), lamos andando pela galeria de comando dos filtros quando o Manfrini notou uma lâmpada queimada na luminária do teto, pediu u

Miguel Fernández
1 de jan. de 20172 min de leitura
Zé Ubaldo, 1982
O engenheiro José Ubaldo Telles foi diretor técnico e diretor presidente da Seneago por mais de uma vez. A gente se conheceu através do Manoel Inácio, nas lides profissionais. Homem sério, dedicado à Saneago e ao saneamento, goiano de poucas palavras, com raízes no campo, casado com D. Iraci e com seis filhos. Por volta de 1983 tinha, talvez ainda tenha, uma fazenda ali pelos lados de Santa Terezinha de Goiás, margeando o Rio dos Bois (creio que chamava Fazenda Alegre). Com

Miguel Fernández
1 de out. de 20162 min de leitura
Explicações políticas 1
Revista ABES Bio Trabalhei com o Engº Enaldo Cravo Peixoto durante parte do ano de 1971 e essa me foi contada por diversos personagens que participaram da "entrevista": Fernando Botafogo, Adilson Seroa da Motta, Constantino Arruda, Volpi, ... O Enaldo Cravo Peixoto, alagoano de nascimento, engenheiro da Prefeitura do então Distrito Federal, alçado a Secretário de Obras pelo Carlos Lacerda quando efeito governador do então Estado da Guanabara, nos idos de 1961-62 era um figu

Miguel Fernández
1 de jul. de 20162 min de leitura
Valeu Zwi (Miguel Zwi)
>>> 2009jul/set, Revista ABES Bio Iniciou a vida profissional em 1952 no então famo-so Escritório Saturnino de Brito, onde chegou a Diretor Técnico, participando nos projetos e obras de abastecimento de água e de esgotamento sanitário de Natal, Caicó e Mossoró (RN), de Guarabira, Mamanguape e Campina Grande (PB), de Fortaleza(CE) na implantação de Brasília (DF), da refinaria Landulfo Alves (BA), da USI-MINAS e da ACESITA (MG), nos modelos reduzidos do Açude Banabuiú (CE), da

Miguel Fernández
1 de jul. de 20093 min de leitura
Prefácio do Livro "Ancoragens Tubulações Junta Elástica", de Ibrahim Lasmar
As cidades são reféns do seu sistema de água. Se faltar qualquer dos sistemas de infraestrutura urbana, instala-se o caos. Se faltar eletricidade, o primeiro efeito insuportável que se notará é a falta de água: Não haverá solução. Se faltar água, mesmo com eletricidade, será insuportável viver em zonas urbanas. Existirão no Brasil (2012) mais de 10.000 sistemas de abastecimento de água. Esse número não para de aumentar. Em cada um deles vai-se buscar água cada vez mais long

Miguel Fernández
15 de jul. de 20034 min de leitura
Na Bahia é baiano!
Em 1998 passei 5 dias em Angola, a trabalho. Angola estava em franca guerra civil. Durante esses 5 dias fomos acompanhados boa parte do tempo um engenheiro angolano, negro de nome Filipe, muito simpático, culto e falante, formado em Portugal. Dentre os assuntos tratados e conversados, além dos técnicos, como é comum, abordaram-se as diferenças e semelhanças do idioma que falávamos, tanto no sotaque quanto nos termos usados. Coisas tais como bicha e fila , putos ou miúdos

Miguel Fernández
1 de dez. de 20022 min de leitura
Orgulho de ser brasileiro
Em 1998 fomos contratados para fazer o projeto do sistema de distribuição de água do bairro de Palanca, em Luanda. Palanca era uma verdadeira cidade-favela, com 3.000ha e população então da ordem de 500.000 habitantes, quase todos recém-instalados, provenientes do campo e retirantes da então guerra civil; Na ocasião iria uma colega mais jovem mas que, na última hora refugou ir para um local tecnicamente em guerra. Tive que ir eu. Acompanhou-me como cliente o experiente engº

Miguel Fernández
1 de dez. de 20003 min de leitura
A lei como argumento
Dentro da série de vídeos sobre assuntos que permitam que a gente se conheça melhor, vamos abordar o assunto de “a lei como argumento”. Como liberal (em economia e em costumes) quero deixar muito claro minha opinião de que precisamos cumprir as leis para termos um mínimo de condições para convivência e organização em sociedade civilizada. Entretanto, entendo que quando alguém argumenta usando a lei como argumento é porque não tem mais argumentos. É bom lembrar que as leis

Miguel Fernández
1 de out. de 20001 min de leitura
Colegas colegas, negócios a parte
Creio que foi por volta de 1980. Agora não me lembro mais com certeza. A Petrobrás lança uma concorrência para a instalação de correntógrafos na então recém-iniciada bacia de Campos. Toda concorrência estabelece dia, hora e local para a entrega das propostas. Nesse caso era um dia de semana qualquer, às 14horas, no edifício Serrador, entrada pela rua Senador Dantas (onde hoje é a entrada do Hotel Windsor). Esse edifício tem uns 30 andares e cada andar muitas salas

Miguel Fernández
2 de mai. de 19952 min de leitura
Os calouros (em 1966)
No Rio de Janeiro, na virada do ano de 1965 para 1966, o “vestibular” para ingresso nas 3 escolas públicas de engenharia: UFRJ (a Federal, na “Ilha do Fundão”), UFF (a Federal Fluminense, em Niterói) e UEG (Estadual, hoje UERJ, no Maracanã), até então feito individualmente por cada universidade, foi unificado (talvez tenha sido aí o início do CESGRANRIO). Seria no início de janeiro mas devido a grandes chuvas, inundações e desabamentos que se abateram sobre o então Estado da

Miguel Fernández
1 de out. de 19667 min de leitura
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