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Para debater e divulgar assuntos profissionais
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Muchos Padres
A ONU patrocinava excelentes cursos de pós-graduação no Instituto de Hidrologia de Madrid, que era dirigido pelo eng. Rafael Heras, e ocupa um lindo prédio de moderna arquitetura, junto ao rio Manzanares. O coordenador era José Liria Montañes, engenheiro de “caminos, canales y puertos” (na Espanha corresponde a engenheiro civil), autor de um belo livro sobre canais. As aulas começavam em janeiro e, para nós, sulamericanos, eram mais formais do que estávamos habituados, com “

Miguel Fernández
1 de jun. de 20192 min de leitura
Bobagens 2 (entre ovos e leis)
Em função do nosso texto “bobagens parte 1 - água sem gluten” ( https://www.engenheiromiguelfernandez.com.br/post/sem-gl%C3%BAten-da-s%C3%A9rie-me-engana-que-eu-gosto ), recebemos fartas sugestões e contribuições. Precisamos rever nossas leis e nosso comportamento, a idiotice passou dos limites. Para ilustrar esta crônica, destacamos uma embalagem de ovos onde o embalador é forçado a escrever: “ alérgicos, contém ovos ”. Aliás, na Páscoa, não se sabe porquê, o coelho parece

Miguel Fernández
23 de mai. de 20194 min de leitura


Bobagens 1 (Água Sem Glúten)
Quem já leu o rótulo de uma garrafa de água? Não leu? Pois leia, se não chorar, vai rir. Comprei uma garrafa de “água mineral com gás”. Achei-a mais gostosa que outras. Fui ver de onde era a água e foi impossível ler as miniletras do rótulo. Munido de uma lente de aumento concluí que a água era de Raposo (RJ), com alguma tradição no assunto "águas minerais” (meus pais iam lá deleitar-se com essas águas). Como um assunto puxa outro, perguntei-me “águas minerais"? Porquê? S

Miguel Fernández
13 de mai. de 20192 min de leitura
Nomenagens
Um dos assuntos mais frequentes em qualquer roda de conversa, é sobre nomes estranhos que são dados às pessoas pelos pais, certamente com a melhor das intenções ou como uma homenagem, mas esquecendo que a criança vai carregar aquilo pelo resto da vida. Às vezes os nomes nem são estranhos em determinadas culturas mas não se inserem bem em outras, são uma tatuagem na testa e os pais ignoram isso. É uma maldade. Como sou descendente de espanhóis conheci “Generosa”, “Purificaci

Miguel Fernández
13 de mai. de 20194 min de leitura
O Cadáver
Escola de Engenharia da UFRJ, 1969, turma do 4º ano civil. Havia muitos alunos de outros estados. Fiz amizade com Manuel Castelar Pinheiro Neto, cearense, bom aluno, simpático, cativante, sempre bem acompanhado, alugou um apartamento na Rua Farani em Botafogo, a 1km da minha casa mais ou menos. Havia um segundo cearense, o Sérgio (Sesé), que alugara um apartamento no Bairro Peixoto, em Copacabana. Lá pelo fim do ano, marcamos os três de estudar para uma prova no “apê” do

Miguel Fernández
13 de mai. de 20194 min de leitura
Victor Nótrica e o Enéas
Um dos melhores professores que tive foi o professor de química Victor Maurício Nótrica, nos 3 anos (de 1963 a 1965) do “Científico” (Colegial) do Cap-FNFi e no Curso Vetor (1965 à noite, em Copacabana) , preparatório para os Vestibulares de Engenharia. O Victor também era professor no Colégio Andrews e no Curso Miguel Couto (preparatório para os vestibulares de medicina). Esses cursos preparatórios eram famosos (eram os chamados “cursinhos”) e reuniam os melhores e mais de

Miguel Fernández
13 de mai. de 20192 min de leitura
Jantar de Represália
Eu tinha mais ou menos 12 anos quando ouvi essa: Pra quem não sabe, na década de 50 o Brasil era governado por Getulio Dornelles Vargas, caudilho gaúcho e a Argentina por Juan Domingo Perón, caudilho dos pampas. Em ambos países, o futebol era coisa muito séria. A tradicional rivalidade entre os vizinhos, normalmente no campo do folclore, às vezes desviava para as “vias de fato”. As confusões em campo e nos arredores, tanto em Buenos Aires quanto no Rio de Janeiro foram m

Miguel Fernández
13 de mai. de 20193 min de leitura
Sinpapeles
Uma vez ouvi o saudoso João Saldanha tentando explicar por que os locutores esportivos falavam tanta bobagem: “ vai lá falar 90 minutos seguidos sem parar, se não o ouvinte pensa que a rádio saiu do ar e muda de estação, vai acabar falando besteira, vai …” Lembrei disso depois de tanto ouvir (e ler) nos “meios de comunicação”, que o CT do Flamengo não tinha um determinado “alvará” (como bons rivais rivalizam em tudo, parece que os CTs do Vasco, Botafogo e Fluminense também n

Miguel Fernández
16 de fev. de 20193 min de leitura
Empresas públicas, não estatais
A discussão sobre estatização/desestatização precisa e deve ser ampliada. Os argumentos hoje usados confundem governo, Estado, e público (população). Porque não se inclui a desvinculação do gerenciamento dessas empresas da administração do “governo" (em nome do Estado). Essa questão pode ser conduzida sem que se vá na direção da “privatização” como ela é hoje entendida entre nós. “Empresas Públicas”, 100% propriedade dos usuários por meio de ações ou cotas vinculadas a algum

Miguel Fernández
14 de dez. de 20182 min de leitura
Tarifas Públicas e Subsídios
Dentro de critérios eticamente defensáveis e corretos, a ciência tributária criou um imposto distributivo chamada "IR" (imposto sobre a renda). No Brasil, como outras coisas, foi sendo desvirtuado e tornou-se meramente arrecadador. Antigas reportagens constatavam que o maior contribuinte individual do IR no Brasil era o Senor Abravanel (Sílvio Santos) que, sozinho, como pessoa física, recolhia (base 1998) mais que qualquer das fábricas de carros instaladas no Brasil. Talvez

Miguel Fernández
23 de nov. de 20183 min de leitura
Secretos segredos krukutus
>>> 2018out/dez, Revista ABES Bio Esta história ouvi muitas vezes e por diversas fontes, o que me levou a buscar o protagonista, o engenheiro Paulo Ferreira, destacado profissional de nosso meio, de quem tive a honra de ser colega na COMASP-SABESP na década de 1970 o que ajudou neste resumo: Na década de 1960 foi feito pelo consórcio HazenSawier um Plano Diretor de Águas para a grande São Paulo (GSP) no qual se incluía polo sul da metrópole o sistema rios Capivari (corro pa

Miguel Fernández
21 de out. de 20182 min de leitura
Menor preço, será?
A contratação de serviços de engenharia (e certamente outros) usando o “menor preço” como fator decisório, é um grave erro. É simplista e só defensável em situações casuísticas ou exceções. Os argumentos para escolher engenharia pelo menor preço são inocentes, infantis, demagógicos ou “espertos”. O menor preço será sempre daquele que errar para menos, ou do desesperado que “mergulhar” o preço. Em ambos os casos o contratado ficará na dependência da boa vontade da fiscalizaçã

Miguel Fernández
21 de ago. de 20182 min de leitura

Miguel Fernández
1 de jul. de 20180 min de leitura
ROMEGUÊS
>>>2018jan/mar, Revista Bio Em 1990, houve um Simpósio Luso- Brasileiro de Engenharia Sanitária (Silubesa) em Braga. Fomos diversos colegas do Brasil e, lá chegando descobrimos que havia uma tentativa, válida, de expandir o acontecimento para um, digamos, Simpósio Lusófono de Engenharia Sanitária (Silues?), pois uma faixa na entrada dava boas-vindas aos colegas do Brasil mas também aos "colegas" de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, São Tomé, Timor Leste e, surpresa!, Ga

Miguel Fernández
1 de jan. de 20181 min de leitura
Sobre ratos e astronautas
>>> 2018jan/mar, Revista Bio Era 1970, o mundo dividido entre "Ocidente" (capitaneado pelos EUA) e "Oriente" (capitaneado pela Rússia), e a chamada "corrida espacial" era uma maneira de medir forças sem "partir para a ignorância". Entre 1958 e 1967, a Rússia havia posto em órbita terrestre o primeiro satélite artificial (o Sputnik), o primeiro ser vivo (a cadela Laika) e o primeiro humano (o piloto Gagárin), e estava evidentemente levando vantagem. Entretanto, foi superad

Miguel Fernández
1 de jan. de 20182 min de leitura
Congressos 2017, abes SAO
A solenidade de abertura, no novíssimo São Paulo Expo, tinha uma novidade: o palco era rodeado por fileiras de poltronas. Alguns acharam que não daria certo. Mas deu. Todos de terno e gravata ou vestidos de festa. Eu acompanhando dois convidados internacionais, o Eng. Ventura Bengoechea, representando a AWWA (American Water Works Association) e o eng° Becerra Coelho, diretor da Coorasan (Cooperativa de Águas de Santa Cruz de la Sierra, Bolívia), que vinham falar sobre modelo

Miguel Fernández
1 de out. de 20172 min de leitura
Peloponeso Brasiliense
O engenheiro Hipérides Macedo, cearense, eminente profissional, autor de um interessante livro em prosa sobre hidrologia, secretário estadual de Recursos Hídricos no Ceará por mais de uma vez, estava secretário nacional de Recursos Hídricos em Brasília por volta de 2004. Lá também havia um engenheiro chamado Arquimedes. Eu estava por lá de passagem em visita de cortesia e intercâmbio de assuntos, e também porque o Hipérides é ótimo para conversar e sempre se aprende com ele.

Miguel Fernández
1 de jul. de 20171 min de leitura
O Assaltante
Em 1972 ou 1973, o arquiteto Júlio Rubbo, que já fora diretor do Departamento de Limpeza Urbana de Porto Alegre, do Dmae, era personagem conhecido nacionalmente, bastante ativo na ABES, na Aidis e nos respectivos congressos. Ele morava em Porto Alegre. Neste episódio, creio que ele estava diretor e/ou consultor em São Leopoldo (ou Gramado ou Canela segundo o Percy). As estradas eram mais estreitas do que hoje, e era comum as pessoas pedirem e darem carona, hábito que foi des

Miguel Fernández
1 de abr. de 20172 min de leitura
O Consultor
O engenheiro civil Cláudio Manfrini era o consultor principal em Tratamento de Água da Comasp (atual Sabesp). Não era pouca coisa, estávamos construindo o sistema Guaraú, com a Estação de Tratamento de Água de mesmo nome, para 33m3/s, uma das maiores do mundo, fora as outras da Grande São Paulo. Em 1972, em visita de trabalho à ETA ABV (na época 8m3/s), lamos andando pela galeria de comando dos filtros quando o Manfrini notou uma lâmpada queimada na luminária do teto, pediu u

Miguel Fernández
1 de jan. de 20172 min de leitura
Zé Ubaldo, 1982
O engenheiro José Ubaldo Telles foi diretor técnico e diretor presidente da Seneago por mais de uma vez. A gente se conheceu através do Manoel Inácio, nas lides profissionais. Homem sério, dedicado à Saneago e ao saneamento, goiano de poucas palavras, com raízes no campo, casado com D. Iraci e com seis filhos. Por volta de 1983 tinha, talvez ainda tenha, uma fazenda ali pelos lados de Santa Terezinha de Goiás, margeando o Rio dos Bois (creio que chamava Fazenda Alegre). Com

Miguel Fernández
1 de out. de 20162 min de leitura
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